quarta-feira, outubro 13, 2004

Umas repentinas pequenas coisas para dizer em pequeno:
o dia sem neutro, mas tambem sem resolução de definitivo. Umas pequenas ideias pensadas em pequeno. O desconcerto do concerto de primeiros andamentos, asfixiados sem neutro, mas tambem sem resolução de definitivo. A repetição vagueia nas sombras. Uh. Muros que se erguem sem mais construção que o acto de erguer.
Erguido. O algo pode. Segundo andamento. Reminiscências do ordenado, da ordem de desordens sem importância nesse aspecto, com elos. Esquecida a incerteza dada como certa, agora as pequenas certezas incertas em que se gere, com cuidado para não exagerar nas telas-monitores, pequenos gestos para gesticular em pequeno.
Insignificante. Mas com razões.
Outros vão fixando noções verbalizadas do concreto sem verbo, mas nao forçosamente menos assímptotas.
Alguma confusão e por fim algumas coisas para dizer sem presença, cascos para remendar, a superficie-onda a parecer aflitivamente menos distante numa calmaria aflitiva. As gargantas de uma tripulação zombie sedentas demais.
João Bosco e o formato quase forçado dentro do diferente por somatório, mas pretensão não me parece.
Bastante confusão. Nota geral, de momento. O produto externo do interno do externo, com o externo, interno produto de vontades com existências sem dúvida.
Algures ainda, um rosto. Em lista de espera sem espera verdadeira, numa espécie de infelizmente esborratado pela falta de verdade em tudo enquanto parte. De um eu sem mim, mas nao é sem mim que me encontro em sítios sem desilusão no bom sentido, ou médio. Nem se pode perceber bem. Mas é para lá destas palavras, e para trás ao mesmo tempo, pois sou um eu sem mim, mas esta conclusão é rodeada de falsos olhares descréditos, ou mesmo expectantes de uma repetição, independentemente de primeira, segunda, ou etc, que lhe anexe a razão.
Nao sei se me faço entender. Por outro lado, sim, não. Mas por outro lado sim, deste lado, mas só nos intervalos da confusão e ainda do resto assexuado no tempo. A confusão sao duas, distintas. A formatada, e a carregada de oposição sem opositor.
Compositor do sono e do ali. Com repentinas pequenas coisas para dizer em pequeno, tentar nao esquecer. Ou tentar esquecer. Nao sei o que deve e o que não deve, só que nao acontece num plano de pessoa enquadrada num quadrado qualquer, que pode até ser outra forma. Frases de medida nula, mesmo que não, e pode até ser que seja indiferente. Uma diferença de medida nula.
E após os ligeiros alívios e recargas (olhem um), o tal esquisso de dia-a-dia com traças, mas pouco traçado e que perdura aos bocados, volta e meia. Sempre que pode o que não pode, aparece aqui. Mas isto é para não pensar como em mais do que uma coisa para pensar, daquelas que preenchem os de repentes de alívios e recargas referidas, mas que morrem por aí. Um pensamento tem o seu tempo de vida, com ou sem traças, e pode morrer muito doente, ou são e indolor.
Em termos do hoje, pensar demasiado nisso seria forcar um ridículo engasgante. De asfixia pura e impura. De destruição celular e fotocelular.
Vou então compor. E recompor. E essas coisas que aparecem nos fins.